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Diárias de Mercado Milho e Soja: demanda, câmbio, logística e pandemia

Vendedor retraído mantém preços do milho em alta. Com perspectiva de que os preços continuem avançando nas próximas semanas, fundamentados nos estoques baixos e na oferta enxuta de milho primeira safra, vendedores estão retraídos. Além da menor presença de vendedores, o ritmo de negociação esteve limitado na semana passada por incertezas quanto a possíveis restrições na circulação de mercadorias – diante das medidas de controle do coronavírus.

Os preços da soja estão em alta no Brasil. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) subiu 2,2% entre 20 e 27 de março, a R$ 98,82/sc de 60 kg nessa sexta-feira, 27 – na quarta-feira, 25, o Indicador atingiu R$ 99,69/sc, o maior valor nominal da série histórica do Cepea, iniciada em março/06.

Quanto ao Indicador CEPEA/ESALQ Paraná, foi de R$ 91,59/sc de 60 kg na sexta-feira, 27, 1,6% superior ao dia 20. Segundo pesquisadores do Cepea, as elevações no Brasil estão atreladas à combinação de firmes demandas externa e doméstica, da alta nos preços futuros e do dólar elevado.



Além disso, para combater o avanço do coronavírus, o governo argentino limitou o movimento nos portos do país, cenário que pode favorecer as vendas brasileiras de soja e derivados.

Fonte: Cepea/Esalq