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Dólar valorizado mantém soja em alta no Brasil

Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a quinta-feira (10.10) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas para exportação subindo 0,47%, para R$ 88,00/saca. Com isto, o acumulado do mês saltou para positivos 1,43%.

“A alta de 0,48% na cotação do dólar, mais o fechamento equilibrado na cotação da soja em Chicago, permitiram que os preços médios que os compradores ofereceram sobre rodas nos portos do sul do Brasil ou seus equivalentes em outros estados tivessem nova alta”, explica o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Pacheco.

No interior, aponta a T&F, o avanço foi de 0,05%, para R$ 81,31/saca, contra R$ 81,27/saca do dia anterior, com o acumulado do mês também aumentando para 0,54%. Os preços do mercado físico do Rio Grande do Sul no mercado Spot bateram em R$ 90,0 no porto para novembro. No Paraná, os preços subiram R$ 1,0/saca nesta quarta-feira.

“Os prêmios nos portos brasileiros recuaram para a maioria dos meses: a queda foi de 5 cents/bushel para Novembro, 10 cents para Fevereiro, 13 cents para Março, Abril e Maio permaneceram inalterados e Junho e Julho recuaram 5 cents”, complementa Pacheco.

CLIMA

Os mapas climáticos analisados pela ARC Mercosul para a América do Sul trazem a confirmação do fim das chuvas para o Centro do Brasil, nesta semana: “Ainda nestas próximas 24 horas, precipitações deverão ser presentes no sudoeste de Goiás, sul de Minas Gerais e centro do Mato Grosso. Entretanto, já no fim de semana, um padrão de temperaturas mais quentes e chuvas escassas volta a ser oferecido para 75% da área sojicultora brasileira”.

“O período de estiagens deverá durar entre 6-15 dias. A próxima rodada generalizada de precipitações para o Centro do Brasil está sendo previsto para a última semana de outubro. Caso confirmado, mais atrasos no plantio serão observados. Em Santa Catarina e Rio Grande do Sul as precipitações continuam constantes, já se tornando um problema para os gaúchos, principalmente. Céu aberto é necessário no curto-prazo”, concluem os analistas.


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Fonte: Agrolink